Vou amando-te silenciosamente...
 Não quero acordá-lo de meu sonho...
Não quero ouvir ecos do vazio da tua ausência sentida...
Vou amando-te com egoísmo doce e manso
Quero-o meu, réu e acusador em minhas mãos...
Senhor de meus devaneios, incógnita verdade,
Dor absolvida do sofrimento de querer-te...
Vou amando-te com a urgência da vida...
Laços profundos de afeto e prisão...
Ansiedade salva pelos apelos, apreços...
Saudade findada pela tua chegada ou minha ida...
Vou amando-te pelo caminho da lua,
Pelo curso das águas, pelos becos da alma...
Através dos muros da razão,
Tornando-te minha ilusão mais verdadeira.
Rô Vazquez
( 03/07/2005)

 

 

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